terça-feira, abril 03, 2007
Assumamos as responsabilidades, TODOS!
Ainda faltam algumas jornadas para o fim, é verdade. Mas as coisas não estão nada fáceis para a equipa de seniores masculinos. A derrota, tangencial, deste fim-de-semana, deixou-nos numa situação ainda mais incómoda e o cenário de descida de divisão começa a afigurar-se como praticamente inevitável. Gostava que assim não fosse. Estou certo que todos gostaríamos que as coisas estivessem a acontecer de forma diferente, mas não estão!
Ora, perante esta evidência, há que tentar perceber o que correu mal. Dito assim, até pode parecer uma banalidade. Mas não é. É preciso, mais uma vez, aprender com o que se passou este ano. E quando digo "aprender", quero escrever "aprender MESMO". Não serei eu a fazer a radiografia. Não tenho informações suficientes, nem tão pouco assumo lugares de responsabilidade na estrutura directiva que me obriguem a tal. Mas quero, pelo menos, dar o mote para que seja possível discutir, de uma vez por todas, aquilo que venho reclamando há alguns anos: a política desportiva do clube.
Desculpem mas não me conformo com uma equipa de seniores masculinos a jogar na I Divisão Distrital. Se, para muitos, esta é uma realidade indiferente, para mim não é. E não é porque acredito na possibilidade de projectar verdadeiramente este clube na cena do desporto nacional. Se, a certa altura da nossa história, escolhemos o futsal como modalidade de aposta, então devemos jogar todos os trunfos para sermos fortes, cada vez mais fortes. E não é isso que tem acontecido nos últimos anos. Já não vale a pena falar das "condições", das "infra-estruturas", porque hoje somos uns privilegiados nessa matéria. Mas temos aproveitado? Não. Fomos maiores quando jogávamos num ringue, treinávamos à chuva e mais não tinhamos que dois balneários. Fomos maiores nessa altura. Porquê?
Vão dizer-me que a realidade da modalidade é outra. É verdade. Mas o que me importa recordar, hoje, é que nós não fomos capazes de acompanhar essa transformação. Parámos no tempo. E exemplo disso são os trajectos das duas equipas de topo do futsal do clube: seniores e juniores. Porque é que isto acontece? Porque é que chegámos a ser o segundo clube com maior projecção no concelho, logo a seguir ao F.C Sassoeiros, e hoje corremos o risco de sermos obrigados a disputar com o Zambujal um lugar no top5?
Mudar esta cenário implica mudar, também e sobretudo, de atitude perante o insucesso. O amadorismo não pode desculpar uma total inexistência de uma verdadeira cultura de exigência, desde o topo da pirâmide até à sua base. É preciso assumir responsabilidades pelos insucessos e mudar de rumo. É preciso, de uma vez por todas, deixar de assobiar para o lado. Assumo com frontalidade que, a confirmar-se o pior cenário face à equipa sénior masculina, nada pode ficar como dantes. E quando escrevo "nada", quero dizer "NADA ,MESMO".
Assumamos as responsabilidades, todos!
Ora, perante esta evidência, há que tentar perceber o que correu mal. Dito assim, até pode parecer uma banalidade. Mas não é. É preciso, mais uma vez, aprender com o que se passou este ano. E quando digo "aprender", quero escrever "aprender MESMO". Não serei eu a fazer a radiografia. Não tenho informações suficientes, nem tão pouco assumo lugares de responsabilidade na estrutura directiva que me obriguem a tal. Mas quero, pelo menos, dar o mote para que seja possível discutir, de uma vez por todas, aquilo que venho reclamando há alguns anos: a política desportiva do clube.
Desculpem mas não me conformo com uma equipa de seniores masculinos a jogar na I Divisão Distrital. Se, para muitos, esta é uma realidade indiferente, para mim não é. E não é porque acredito na possibilidade de projectar verdadeiramente este clube na cena do desporto nacional. Se, a certa altura da nossa história, escolhemos o futsal como modalidade de aposta, então devemos jogar todos os trunfos para sermos fortes, cada vez mais fortes. E não é isso que tem acontecido nos últimos anos. Já não vale a pena falar das "condições", das "infra-estruturas", porque hoje somos uns privilegiados nessa matéria. Mas temos aproveitado? Não. Fomos maiores quando jogávamos num ringue, treinávamos à chuva e mais não tinhamos que dois balneários. Fomos maiores nessa altura. Porquê?
Vão dizer-me que a realidade da modalidade é outra. É verdade. Mas o que me importa recordar, hoje, é que nós não fomos capazes de acompanhar essa transformação. Parámos no tempo. E exemplo disso são os trajectos das duas equipas de topo do futsal do clube: seniores e juniores. Porque é que isto acontece? Porque é que chegámos a ser o segundo clube com maior projecção no concelho, logo a seguir ao F.C Sassoeiros, e hoje corremos o risco de sermos obrigados a disputar com o Zambujal um lugar no top5?
Mudar esta cenário implica mudar, também e sobretudo, de atitude perante o insucesso. O amadorismo não pode desculpar uma total inexistência de uma verdadeira cultura de exigência, desde o topo da pirâmide até à sua base. É preciso assumir responsabilidades pelos insucessos e mudar de rumo. É preciso, de uma vez por todas, deixar de assobiar para o lado. Assumo com frontalidade que, a confirmar-se o pior cenário face à equipa sénior masculina, nada pode ficar como dantes. E quando escrevo "nada", quero dizer "NADA ,MESMO".
Assumamos as responsabilidades, todos!
Regresso
Os blogs são assim mesmo. Quase sempre folhas desconexas. Bocados de nada, assim. Os blogs são assim porque é essa a sua natureza. Fiquei mais de cinco meses sem dar ao dedo, aqui. Em primeiro lugar porque o tempo era poucos. E, depois, porque a motivação perdeu-se. Agora apetece-me voltar a "postar". Apetece-me voltar a um espaço que permanece vivo, porque assim é a natureza dos blogs, desconexa... desconexa....

